
A Prefeitura de Chapecó realizou na madrugada desta sexta-feira (15) mais uma edição da Operação Mão Amiga, reforçando um trabalho que vem se consolidando como uma das principais ações sociais e de segurança pública do município.
A operação mobilizou equipes da Guarda Municipal, CAPS e Programa Mão Amiga, demonstrando a força da integração entre assistência social, saúde e segurança pública no enfrentamento à dependência química e à vulnerabilidade social.
📌 Resultado da operação
De acordo com o secretário de Segurança Pública, Clóvis Leuze, foram realizadas 33 abordagens durante a ação:
✅ 28 pessoas acolhidas voluntariamente
✅ 2 internações involuntárias
✅ 3 pessoas liberadas
A operação iniciou às 5h30 e percorreu pontos considerados estratégicos nos bairros Líder, Passo dos Fortes e São Pedro.
👏 Gestão que alia firmeza e acolhimento
A atual administração municipal tem recebido reconhecimento pela continuidade e ampliação do Programa Mão Amiga, que vem mostrando números expressivos e resultados concretos no atendimento às pessoas em situação de dependência química.
A presença do prefeito Valmor Scolari durante a operação reforça o comprometimento da gestão com ações práticas nas ruas e não apenas discursos administrativos.
O trabalho realizado pela Prefeitura demonstra um modelo que busca equilíbrio entre segurança pública, acolhimento humanizado e recuperação social.
📊 Números que chamam atenção
Segundo a Diretoria de Apoio e Acolhimento a Dependentes da Secretaria da Família e Proteção Social:
🔹 715 pessoas já foram atendidas pelo Programa Mão Amiga desde 2022
🔹 362 pessoas estão recuperadas
🔹 99 seguem acolhidas ou em tratamento
Os dados reforçam a dimensão do programa e evidenciam o impacto social das ações realizadas pelo município.
🤝 Trabalho contínuo nas ruas
O diretor de Segurança e Ordem Pública, Roger Lima, destacou que as abordagens ocorrem diariamente em diferentes regiões da cidade, com encaminhamentos voltados ao acolhimento, tratamento e recuperação.
A Operação Mão Amiga vem se tornando referência regional por unir ação social, prevenção, tratamento e manutenção da ordem pública, mostrando que o enfrentamento à dependência química exige presença do poder público, investimento e continuidade.







