O jornalismo do Sul do Brasil está de luto. Faleceu nesta quinta-feira (26) o jornalista Plínio Ritter, profissional que construiu uma trajetória sólida e respeitada ao longo de décadas na comunicação regional. A informação foi confirmada por pessoas próximas e rapidamente repercutiu entre colegas, lideranças e o público que acompanhou seu trabalho.
Nascido em Montenegro, Ritter iniciou sua caminhada ainda jovem, no começo da década de 1960, atuando como narrador esportivo e apresentador em rádio local. Com o passar dos anos, ampliou sua experiência ao colaborar com diferentes emissoras da Serra Gaúcha, consolidando seu nome no meio da comunicação.
Consolidação no Oeste catarinense
A ida para Erechim, em meados dos anos 1970, representou um avanço importante na carreira. Na cidade, participou de projetos na televisão e no rádio, além de atuar como correspondente de um dos principais jornais do Estado. Pouco tempo depois, passou a se aproximar ainda mais de Santa Catarina, integrando coberturas esportivas e assumindo novos desafios profissionais.
Foi em Chapecó que Plínio Ritter se firmou definitivamente como uma das vozes marcantes da comunicação regional. Com forte presença nas transmissões esportivas, destacou-se pela versatilidade, atuando tanto na narração quanto nos comentários de diferentes modalidades. Sua ligação com o voleibol, acompanhando equipes locais em competições estaduais e nacionais, reforçou sua relevância no cenário esportivo.
Ao longo dos anos, acumulou passagens por importantes veículos de comunicação, com atuação em televisão, rádio e jornal impresso, sempre mantendo uma postura profissional reconhecida pela credibilidade e pela experiência.
Reconhecimento e legado
Pelo trabalho desenvolvido, Ritter recebeu homenagens de entidades ligadas à comunicação e ao setor empresarial, como a ACIC, que destacou sua contribuição durante evento voltado à imprensa.
Conhecido pelo estilo direto e pela longa dedicação à profissão, Plínio Ritter deixa um legado expressivo para o jornalismo do Oeste catarinense e de toda a região Sul. Sua trajetória permanece como referência para profissionais da área e para o público que acompanhou sua carreira.
A morte do jornalista gera comoção e evidencia a dimensão de sua importância para a comunicação regional.
Até o momento, não há informações divulgadas sobre velório e sepultamento.







