18/08/2025 16h09 - Atualizado 18/08/2025 16h09

Cuidar da saúde é um compromisso diário

Por Destaques

A saúde digestiva é um dos pilares desse caminho. Prevenção e hábitos saudáveis são caminhos para prevenção

Em um país onde os índices de doenças crônicas crescem a cada ano, falar sobre saúde vai muito além do combate à enfermidade, é sobre escolhas conscientes, rotinas saudáveis e atenção aos sinais que o corpo emite. “As pessoas tendem a procurar ajuda apenas quando a dor se torna inimigo. Nosso trabalho como médicos é orientar, diagnosticar precocemente e, quando necessário, intervir com segurança. A cirurgia, muitas vezes, não é o fim, mas parte de um processo para devolver qualidade de vida ao paciente”, afirma o                                                                                                                                           Dr. João Baroncello, médico cirurgião do aparelho digestivo, com mais de 20 anos de atuação em Chapecó e região.

E é neste sentido que a saúde digestiva está ligada diretamente aos hábitos alimentares do dia a dia. O colesterol elevado, por exemplo, é um fator de risco não apenas para doenças cardiovasculares, mas também para complicações no aparelho digestivo. Segundo o Dr. João, muitos casos de pedra na vesícula e pancreatite, têm relação direta com níveis elevados de colesterol.

“A má alimentação, o sedentarismo e o excesso de gordura no sangue podem levar à formação de cálculos biliares (pedras na vesícula), que causam dor, inflamação e, em alguns casos, necessidade de cirurgia de urgência. O mesmo vale para a pancreatite, que pode se agravar rapidamente e exigir internação”, explica o médico.

Escuta ativa

O médico enfatiza que doenças como apendicite, hérnias abdominais, câncer de cólon, colecistite e outras condições digestivas, além da obesidade e suas complicações, exigem um olhar atento e decisões seguras. Embora muitos associam o cirurgião apenas ao momento da operação, o papel desse especialista começa muito antes, na escuta clínica, no diagnóstico preciso e no acompanhamento do paciente ao longo do tratamento.

“A medicina moderna valoriza a atuação multidisciplinar, mas o cirurgião segue sendo peça-chave em muitos diagnósticos. A nossa responsabilidade está em indicar a cirurgia quando ela realmente é necessária, com clareza, ética e cuidado no pós-operatório”, reforça o Dr. João. Ele lembra ainda que mais do que tratar, a saúde começa na prevenção.

Fonte: Édina Pedruzzi Pkophal

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